O que fazem os engenheiros no Brasil?

Handsome guy looking at palette at workplace

 

As últimas estatísticas revelam que somente 38% dos engenheiros estão trabalhando nas suas ocupações típicas, isto é, entregando o que aprenderam nas universidades. Ou seja, seis em cada dez engenheiros atuam em outras funções, provavelmente muitos com responsabilidade de liderar times.

Dos 600 engenheiros formados todo ano pela Poli (USP), quase metade trabalhará em áreas que, aparentemente, nada tem a ver como que estudaram na faculdade. O mesmo acontece com cerca de 40% dos formandos do ITA.

E a previsão é que estes números continuem a aumentar.

O significado disso é que, de alguma maneira, um bom número de problemas comeu esses formandos vão se defrontar não estarão, necessariamente, relacionados a fatores de ordem técnica, mas às questões de gestão de pessoas e do negócio.

As empresas querem engenheiros com bons conhecimentos técnicos, mas também empreendedores e inovadores, que tenham iniciativa e espírito de equipe, enfim que sejam gestores competentes.

Por outro lado, a graduação em Engenharia, mesmo nas escolas mais renomadas, não oferece disciplinas referentes a gestão de pessoas. Eu mesmo, formado pela UFRJ, aprendi fazendo… e errando, obviamente. Identificada e vivenciada essa lacuna, tenho me dedicado a trabalhar em programas de desenvolvimento especificamente estruturados para a realidade dos engenheiros.

Um dos principais é o de Estilos de Liderança.

Como saber qual a melhor maneira de gerenciar nossa equipe? Delegando responsabilidades ou cobrando resultado imediato? De forma afetiva ou inspiradora? Ajustando-se à cultura da empresa ou buscando transformá-la para um estágio de mais modernidade? Priorizando o clima organizacional ou o resultado?

Mas, afinal, o que são Estilos?

Vamos tratar disso num próximo post. Aguarde!!!